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Israel - Séforis

Paul Nadolny

Identificação

Séforis, em hebraico zippori, é um sítio arqueológico preservado hoje como Parque Nacional de Israel. Está localizado na Baixa Galiléia a uns 6 km a noroeste de Nazaré. Está sobre uma colina a 286 m acima do nível do mar. Ao norte está o Vale Bet Netofa que, com suas terras férteis e fácies de cultivar e com suficientes chuvas e poços de água, é um lugar de próspera agricultura. Neste vale passava a estrada principal dos romanos que ligava Ptolemaida (Aco) na costa do Mar Mediterrânea com Tiberíades e o Vale do Jordão. Não estava longe da interseção desta estrada com a rota do Via Maris. O nome, Séforis, significa “pássaro”. Seguramente recebeu este nome porque era uma cidade situada sobre a colina na forma de um pássaro.


História

Há poucas evidências de povoamento do local no período do primeiro templo. Foram encontrados pedaços de cerâmica do Ferro II e também uma cova para enterros (burial pit) deste período. Do período persa tem-se encontrado um vaso de moldura fina que pode indicar a importância do local neste período.

Evidências bíblicas também são poucas. Os rabinos acreditam que a cidade foi fundada por Josué, o filho de Nun, e alguns crêem que é a localidade de Cetron da Bíblia (Juízes 1,30) ou até Recat (Josué 19,35). Há indicações que a família sacerdotal de Amoc poderia ter chegado a morar em Séforis depois da volta do exílio (Neemias 12,7.20).

Foi no início do período romano que Séforis chegou ser uma cidade importante na Baixa Galiléia. No ano 103 a.C., o rei de Chipre, Ptolemy Lathyrus, fez guerra com o rei Alexandre Janeu de Judá. Ele sitiou a cidade mas sem sucesso (Antigüidades 13.12.5).

No ano 55 a.C., o procônsul de Síria, Gabinius, colocou um dos cinco conselhos romanos (Synedria) em Séforis, o único na Galiléia. Herodes o Grande tomou a cidade no inverno de 39/38 a.C. e a manteve como um quartel general no norte do seu reino.

Com a morte de Herodes em 4 a.C., Judá, filho de Ezequias, comandou uma revolta dos habitantes. O governador romano da Síria, Varus, mandou soldados para saquear e queimar a cidade, vendendo todos à escravidão (Antigüidades 17.10.9)

Herodes Antipas herdou o território da Galiléia e da Peréia do seu pai, Herodes o Grande, e depois da destruição de Séforis em 4 a.C. começou imediatamente a reconstruir a cidade. Ela foi a sede do seu governo até que foi construída a cidade de Tiberíades. Segundo Josefo, Séforis era “o ornamento de toda Galiléia” (Antigüidades 18.2.1) e “a cidade mais forte da Galiléia” (Guerra 2.18.11).

Na cidade tinha um teatro para 4.500 pessoas e um palácio. Ela estava dividida em uma parte alta e outra parte baixa com um mercado em cada setor. A parte alta era predominantemente de judeus no tempo da Segunda Revolta (132-135 a.C.) e estava fortificada. Os rabinos falavam de uma estrada no meio da cidade com colunas, um muro, um portão, muitas lojas, hospedarias, sinagogas, academias e as “rodas de Séforis”. Evidentemente estas são as rodas usadas para levar água à parte mais alta da cidade. Havia um sistema extenso de aquedutos. A cidade cunhava suas próprias moedas. Foram encontrados depósitos de vidro em Séforis mas não há evidência de sua fabricação. A cidade, possivelmente, se unia com outros centros urbanos para cooperar na troca de materiais como vidro e produtos de artesanato.

Na primeira revolta contra Roma (66-70 d.C.)a cidade apoiou os Romanos e não mandou socorro quando o templo de Jerusalém estava em perigo (Vida 65). Ao contrário, conseguiram uns 6.000 soldados Romanos para defender-se contra o ataque de Josefo (Guerra 3.4.1).

Depois da destruição do templo em 70 d.C., transferiram-se à cidade as famílias dos sacerdotes mais que as dos fariseus. Possivelmente era uma cidade dos saduceus. Séforis cresceu como um importante centro intelectual dos judeus. No segundo século d.C., o Rabi Judah há-Nasi redatou a Mishná na cidade. Segundo o Talmud de Jerusalém, ele foi homenageado em dezoito sinagogas na cidade depois da sua morte. O sinédrio também tinha sua sede em Séforis, até que se mudou para Tiberíades na metade do terceiro século d.C.. A cidade continuou como importante lugar das academias. Era um centro intelectual do judaísmo até o período bizantino. Para o segundo século é estimado que a população da cidade estava entre 10.000 a 12.000 habitantes.


Escavações

As primeiras escavações foram realizadas no verão de 1930 por uma equipe da Universidade de Michigan sob a direção de Leroy Watermann. Foram retomadas no ano 1985 por duas equipes: uma da Universidade de South Florida sob a direção de James F. Strange, e a outra uma parceria entre a Duke University e a Hebrew University de Jerusalém sob a direção de Eric M. Meyers, Ehud Netzer e Carol L. Meyers. Desde 1990 quatro equipes estão colaborando nas escavações: Hebrew University, a Universidade de South Florida, Duke University e Tel Zviv University.


Impressões da visita a Séforis (em 1998)

Notável na chegada a Séforis é a localização do sítio sobre uma colina no meio de um vale. Neste vale, verde de vegetação, se vê à distância pequenas lagoas de água. Dá a impressão de que este sítio tem condições para sustentar uma população numerosa e que está em um lugar estratégico.

As escavações desta acrópole são numerosas e bem desenvolvidas. Em geral, é possível apreciar a qualidade e a quantidade das construções. Passando pelo lado norte da acrópole encontramos o teatro que provavelmente foi construído no final do século 1 d.C. Em uma área “residencial” ao lado oeste da acrópole há ruínas de muitas casas com cisternas e encanamentos subterrâneos para água e banhos rituais. A fortaleza que está no centro da acrópole oferece uma vista de todo o vale ao redor e domina todo o sítio. A seus pés do lado leste está uma grande escavação do que provavelmente era uma casa construída no início do século 3 d.C. Nesta luxuosa casa ou vila romana construída em redor de um pátio há um triclínio com um impressionante mosaico com cenas do culto a Dioniso.

Estendendo ao leste da acrópole, encontramos a “cidade baixa” que provavelmente começou a ser construída na primeira metade do século 2 d.C. Há uma teoria de que esta extensão da cidade era necessária por causa da população que havia aumentada entre 10.000-12.000 e para construir um novo centro cívico. Este centro estava bem organizado ao redor de duas ruas colunadas: o decumanus de leste-oeste e o cardo de norte-sul. Aqui encontramos muitas escavações mostrando evidências da atividade comercial desta área. Também, aqui estão as escavações de dois banhos públicos com mosaicos de Orfeo provavelmente construídos no final do século 3 d.C. Na frente há uma construção pública do século 5 d.C. onde encontramos um impressionante mosaico do Nilo com cenas de caça.

Ao lado norte da acrópole há uma sinagoga construída na primeira metade do século 5 d.C. com um magnífico mosaico com símbolos do zodíaco e do judaísmo. Não tivemos a oportunidade de ver este mosaico porque foi levado a exibições em cidades da Europa e os Estados Unidos.[1] Uma outra área que não visitamos era o sistema de aquedutos que foi construído ao leste do sítio para armazenar e trazer água à cidade.

O piso de mosaico da sinagoga foi totalmente levantado e enrolado em grandes cilindros para ser exibido em outros países do mundo. Na fortaleza encontramos uma sala turística com ar condicionado onde estava passando um vídeo sobre o sítio. Além disso, no segundo andar há computadores para explicar em vários idiomas a escavação deste sítio aos turistas. São alguns sinais da alta tecnologia que está sendo utilizada na escavação e preservação deste sítio. Qual é o interesse do “primeiro mundo” em Séforis


Uma hipótese da relação de Séforis com Jesus

Para alguns estudiosos do Novo Testamento, como R. Batey[2], a recuperação do sítio de Séforis é importante para reconstruir o mundo de Jesus na Galiléia. A aldeia de Nazaré que provavelmente contava com menos de 500 pessoas no início do século 1 d.C. estava a menos de 6 quilômetros de Séforis. Como Shirley Jackson Case observou no ano 1926, Jesus e o seu pai eram artesãos de construção tekton e que provavelmente participaram na reconstrução de Séforis pelo Herodes Antipas.[3] Estes dados são argumentos para concluir que o contexto de Jesus era mais urbano e greco-romano que pensávamos.

  1. Batey argumenta em seu artigo que a influência dos seus contatos com a cidade de Séforis está presente nos evangelhos em várias formas. Por um lado, parece que Jesus conhecia a vida dos reis nos seus palácios vestidos com roupa fina (Mt 11,8) e o sistema deles de emprestarem dinheiro (Mt 18,23-35). Estas imagens dos reis que Jesus expressava nas suas comparações com o Reino de Deus e a forma de Jesus criticar a política deles é uma “prova” de que Jesus tinha contato com o governo de Herodes Antipas.

Por outro lado, Batey argumenta que o contato que Jesus tinha com o teatro de Séforis e outros nas cidades que ele visitava está ilustrado na palavra “hipócritas” que Jesus empregava freqüentemente para expressar a falsidade na prática de dar esmola, na oração e no jejum (Mt 6,1-18). A palavra hupkrites literalmente significa “ator” e no mundo greco-romano tinha um sentido positivo tanto na filosofia grega como no teatro. No judaísmo esta palavra chegou a ter um sentido negativo e conotar a falsidade e decepção frente a Deus.[4]

Em resumo, Batey argumenta que as descobertas de Séforis revelam um outro lado de Jesus. O Jesus rústico de uma aldeia escondido no interior da Galiléia se transforma em um cosmopolita imerso no mundo urbano e sofisticado. E assim, deste palco, Jesus dirigia sua mensagem a todas as pessoas que estavam dentro desta mistura de culturas e classes sociais e que estavam tentando sobreviver em meio dos conflitos entre tradições judaicas com os valores urbanos greco-romanos.


A arqueologia e uma postura neste debate

Em primeiro lugar não é fácil esconder a suspeito sobre este interesse do “primeiro mundo” em retratar Jesus como alguém próximo ao urbano ou até ao burguês ou um filósofo grego. Especialmente desconcertante é o estilo “romântico” do artigo de Batey, imaginando a infância e a juventude de Jesus e depois apoiando esta imagem em textos bíblicos.

Para refutar Batey lembramos que a arqueologia de Séforis vê a cidade reconstruída por etapas. Em primeiro lugar, o teatro foi construído no final do século 1 d.C. Para contestar à pergunta de Batey em seu artigo: não, Jesus provavelmente não viu este teatro!

Depois, o desenvolvimento do lado leste da acrópole onde está o decumanus, o cardo e a cidade baixa se deu na primeira metade do século 2 d.C. De fato, a construção do teatro provavelmente era parte desta expansão da cidade como um novo centro cívico.

A casa residencial ou vila romana foi construída em cima da acrópole ao sul do teatro. Supostamente uma rua passava entre esta casa e as entradas do teatro fazendo uma conexão com o decumanus na baixa cidade. Dentro desta casa foi encontrado o famoso triclínio com o seu piso na forma de um mosaico dedicado ao culto de Dioniso. Esta casa provavelmente foi construída no início do século 3 d.C.

Assim, a arqueologia mostra que este complexo do teatro, o centro cívico da baixa cidade e a luxuosa vila romana são dos séculos 2 a 3 d.C. Este foi o período da intensa atividade na elaboração da Mishná pelas academias do Rabi Judah há-Nasi, o Patriarca da Judéia, também chamado “Judá o Príncipe”. Em meados do século 3 d.C., o sinédrio foi transladado a Tiberíades e uns anos mais tarde também o Patriarcado.

As outras construções, como o prédio público na cidade baixa onde foi encontrado o mosaico do Nilo e a sinagoga ao norte da cidade com o seu mosaico, são do período bizantino do século 5 d.C.

Estes dados da arqueologia não apoiam a teoria de Batey. Jesus não cresceu na sombra de uma metrópole com teatro, palácios luxuosos etc. Ao contrário, ele seguramente ouviu do desastre da revolta do ano 4 a.C. e a crueldade da destruição do exército romano. A presença do rei Herodes Antipas como aliado dos romanos provavelmente era um insulto para a população e que gerava ressentimentos especialmente na questão dos impostos que os agricultores da região tinham que pagar. Se Jesus ajudava na reconstrução da cidade, provavelmente concordava com os movimentos de resistência.

Concordamos com E. P. Sanders que escreveu um artigo refutando a teoria de Batey.[5] Primeiro, Herodes Antipas construiu Tiberíades entre os anos 17-23 d.C. para ser a sua nova capital. Então Séforis não era necessariamente o centro do poder quando Jesus era adulto. Sanders continua argumentando contra todos os autores como Batey, Howard Kee, Burton Mack e J. D. Crossan que opinam que Séforis era um centro da cultura greco-romana na Galiléia. Ao contrário, argumenta Sanders, os romanos não governavam na Galiléia diretamente. Começando com a designação de um sinédrio para governar a Palestina por Gabinus em 57 a.C. até Herodes Antipas, a presença dos administradores e soldados romanos não era predominante. Eles só apareciam para apoiar os judeus delegados para governar.

Sanders conclui que a Galiléia de Antipas era predominantemente judaica e que Batey exagera na influência da cultura greco-romana na vida de Jesus. Ao contrário, prossegue o autor, os evangelhos não falam do ministério de Jesus nas cidades da Galiléia. Isto indica que o mundo de Jesus eram as pequenas aldeias e vilarejos do povo.

Seguindo esta crítica da teoria de Batey, temos que examinar os textos bíblicos que ele utilizou. Para argumentar a influência do rei na pregação de Jesus ele cita a parábola do rei que perdoou o servo (Mt 18,23-35) e o rei que julgou no juízo final (Mt 25,31-46). Estes dois textos só aparecem em Mateus. Portanto, Batey teria que mostrar que representam a tradição de Jesus e não da comunidade de Mateus que escreveu possivelmente nos anos 80-95 d.C. A parábola do banquete do rei (Mt 22,1-14; Lc 14,15-24) e a comparação com João Batista (Mt 11,8; Lc 7,25) são da fonte Q mas também devem ser analisados no contexto da tradição de Jesus. Da mesma maneira, Batey apoiou o seu argumento sobre a palavra hupkrites com os textos de Mt 6,1-6.16-18 que são textos exclusivamente deste mesmo evangelho.

Finalmente, podemos examinar o “silêncio” sobre Séforis junto com Archibald Woodruff para criticar a teoria de Batey.[6] Segundo A. Woodruff, a omissão de Séforis nos evangelhos pode ter várias razões: a cidade era simplesmente desconhecida, era pagã, estava helenizada, estava afastada do campo, era uma cidade desprezada. A razão mais aceitável para Woodruff é a última. Séforis era a sede da exploração do campo. Uma tripla tributação pesava sobre a população: um tributo para Jerusalém, um para Roma e outro para as obras da construção de Herodes Antipas. Então o movimento de Jesus era uma resistência contra o que Séforis representava e só merecia um silêncio total. Acrescentamos que Tiberíades também recebeu um silêncio nos evangelhos sinóticos. Só aparece em Jo 6,1 e 23,21 para expressar o nome do lago e em Jo 6,23 para expressar o nome da cidade. Além de ser a sede do governo de Antipas estava construída sobre um cemitério e era um lugar impuro.

Concluímos que o grande interesse na escavação do sítio de Séforis está na importância de comprovar que a fonte Q foi escrita na Galiléia. Isto seria uma forma de “domesticar” a mensagem de Jesus visto que na fonte Q há semelhanças com a filosofia cínica. A mensagem de Jesus seria mais voltada para o mundo urbano da cultura greco-romana. Assim, a luta do movimento de Jesus para resgatar e radicalizar os valores da história do povo de Deus seria negada. E as raízes das tradições judaicas seriam cortadas deste movimento de esperança e de resistência.


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Notas

[1] Veja Zeev Weiss e Ehud Netzer, Promise and Redemption - A Synagogue Mosaic from Sepphoris.

[2] Richard A. Batey, “Sepphoris – An Urban Portrait of Jesus”.

[3] E. P. Sanders, “Jesus’ Relation to Sepphoris”, citando Shirley Jackson Case, “Jesus and Sepphoris,” Journal of Biblical Literature, 45 (1926), p.14-22.

[4] Gerhard Kittel e Gerhard Friedrich, Theological Dictionary of the New Testament, p.1235-1237.

[5] Veja E. P. Saders, “‘Jesus’ Relation to Sepphoris”, p.75-79.

[6] Veja Archibald M. Woodruff, “Povo da terra e o movimento de Jesus - Reflexão sobre a geografia de Marcos”, p.72-74.

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