INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Oferecer plena acessibilidade aos alunos, funcionários e à comunidade é o objetivo da Metodista. Há cinco anos, a Universidade investe em infraestrutura e programas voltados à inclusão das pessoas com deficiência, promovendo ações como a difusão da Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS), até o incremento do acervo da Biblioteca Digital. Em 2010, havia 26 alunos com deficiência estudando na Instituição, dos quais oito na modalidade presencial e 18 a distância. A Universidade contou ainda com 8 intérpretes de LIBRAS no período.
Acessibilidade no Processo Seletivo
Antes mesmo de ingressar na Universidade, o candidato com deficiência conta com todo o apoio pedagógico no vestibular. Para tanto, a Metodista oferece recursos como a prova em braile, que pode ser requisitada no momento da inscrição.
Biblioteca Digital para Pessoas com Deficiência Visual
A Metodista construiu um acervo digitalizado e disponibilizou um computador com um software leitor de tela para que os deficientes visuais possam utilizar o acervo bibliográfico (digitalizado) de seu curso. Atualmente são 125 livros, 138 capítulos e 400 periódicos, além de textos e apostilas.
Novas instalações e sinalização tátil
A Instituição iniciou a sinalização tátil, com piso direcional e alerta, bem como a instalação de diretórios em braile e mapas táteis - projeto já concluído na Biblioteca Central. Foram realizadas também as sinalizações dos campi Vergueiro e Planalto. Destacam-se ainda as reformas no Auditório Sigma e no Salão Nobre, que ganharam todas as condições de acessibilidade.
Fórum de Inclusão
Em parceria com o Fórum de Inclusão e Núcleo de Artes, foi promovida a II Mostra de Arte Inclusiva e uma Mesa de Discussão no Congresso Científico da Metodista, sob o eixo temático Gestão Educacional e Formação de Educadores para debater questões como inclusão na formação dos professores e LIBRAS na matriz curricular das licenciaturas.
Programa de Difusão de LIBRAS
Há três anos, o Programa divulga a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), promovendo a capacitação da comunidade interna (docentes, alunos e funcionários) e da comunidade externa (empresas, ONGs, escolas) para a sua utilização no convívio com pessoas surdas. Em 2010, 2.144 pessoas (comunidade interna e externa) tiveram contato com a Língua Brasileira de Sinais por meio da Universidade Metodista de São Paulo.
Inclusão na Educação a Distância (EAD)
Para o polo de apoio presencial em Ceres (GO), foi providenciada uma intérprete de LIBRAS para uma aluna surda e um software leitor de tela (Virtual Vision) para um aluno cego. Já o polo Perus, recebeu o mesmo programa para auxiliar um de seus estudantes. Além do atendimento personalizado, a Assessoria para Inclusão periodicamente realiza reuniões com os tutores de EAD e os coordenadores de cada curso da Universidade para compor processos que atendam com eficácia os alunos com deficiência. O mapeamento desses estudantes também foi atualizado pela equipe de Educação a Distância, a fim de mensurar as necessidades dos alunos em cada polo.
Inserção do tema LIBRAS na EAD
A Linguagem Brasileira dos Sinais foi apresentada no currículo de Pedagogia, Letras e Filosofia. O resultado foi a inserção de um intérprete na tradução de teleaulas no curso de Pedagogia. Como disciplina optativa, a Assessoria para Inclusão oferece a Oficina de LIBRAS (16h) pelo Programa de Inclusão Pedagógica, a cada início de semestre. Em 2010, foram 1.239 inscritos.
Produção dos Interprogramas “Quer Saber?” para o Canal Futura
Em parceria com a Faculdade de Comunicação, a Assessoria para a Inclusão participou de 10 interprogramas que abordaram diferentes temas relativos à inclusão, como LIBRAS, inclusão no Ensino Superior, acessibilidade física, dicas de convivência, inclusão no mercado de trabalho, braile, esporte inclusivo, entre outros.

