Ferramentas Pessoais

1955 a 1967

Bibliografia de Carlos Mesters organizada por Valmor da Silva. O material foi organizado por ano de publicação


1955

1955/ . Carmelus totus marianus est. In: Stella Carmeli. São Paulo, 1955. v.1, n.1, p.10-16.
Apresenta a devoção carmelitana a Maria como padroeira, irmã e mãe, a qual se deve venerar, imitar e implorar auxílio.

Bostio, Arnaldo – Maria – Mariologia – Carmelitas – Escapulário

1 Coríntios 7,32-34

1955/ . A redenção de Maria e do mundo - uma intuição original de Filipe Lippi. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1955. v.62, n.4/5, p.79-85.
Explicação de um quadro de Filipe Lippi, de 1452, primeira pintura em disco, redonda, conforme a mentalidade da época, deixando de olhar para o céu e centrando-se no próprio mundo. Mas Lippi centra as linhas em Maria, a qual recebe do menino Jesus um pedaço da fruta que ela mesma lhe havia dado. O outro redondo de Lippi, brevemente explicado, retrata a adoração de Jesus.

Adoração - Ana e Joaquim – Carmelitas – Cristocentrismo – Encarnação - Jesus menino – Leigos - Lippi, Filipe – Mãe – Maria – Parto – Redenção - Renascimento

Riomanos 8,20-23

BORCHERT, Bruno (Co-autor)


1956

1956/ . Jesus Cristo, centro do universo. In: Stella Carmeli. São Paulo, 1956. v.2, n.3, p.21-24.
Apresenta Cristo, o centro de todo o mundo, como realização suprema da vontade salvífica de Deus e finalidade última da criação. Após o pecado original dá-se a restauração em Cristo, mediador e realizador da obra salvífica, continuada através da igreja.

Cristocentrismo – Igreja - Pecado original – Salvação

Romanos 5,19 - Colossenses 1,20


1959

1959/ . Os protestantes e a Bíblia. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1959. v.47, n.1, p.15-17.
Responde à acusação protestante de que os católicos seguem mais a autoridade do Papa que a Bíblia, argumentando que, segundo a própria Bíblia, Jesus fundou a igreja, prometeu a Pedro e aos apóstolos a assistência do Espírito Santo, e deu-lhes a ordem de ensinar e batizar a todos.

Autoridade da Escritura – Batismo – Ecumenismo – Igreja – Papa – Protestantes

Mateus 16,18-19 - Mateus 28,19-20

1959/ . Ecce adsum, domine, quia vocasti me - algumas considerações teológicas sobre a correspondência do homem à vocação divina. In: Stella Carmeli. São Paulo, 1959. v.5, n.8, p.1-5.
Considerações teológicas sobre a resposta humana, livre, … vocação divina; ao longo da história, no Antigo Testamento, com exemplos de Abraão, Elias, e outros profetas, e no Novo Testamento, mostrando Jesus como centro da vocação.

Abraão – Cristocentrismo – Elias - Vocação

Amós 3,8 - Hebreus 11,6


1961

1961/ . O deserto da Judéia. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1961. v.49, n.4, p.89-92.
Descreve a experiência pessoal de uma viagem de Jerusalém a Jericó, através do deserto da Judéia, detendo-se em Betânia, Monte das Tentações, planície de Jericó, e nas águas saneadas por Eliseu.

Deserto da Judéia – Eliseu - Palestina/Israel – Tentações

2 Reis 2,19-22 - Lucas 10,30

1961/ . A Semana Santa em Jerusalém. I. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1961. v.49, n.7, p.186-188.
Narra a própria experiência de um Domingo de Ramos vivido em Jerusalém, conforme o rito católico latino, desde a véspera, com a chegada do patriarca e a procissão entrando na Basílica, passando pelo Sepulcro, Calvário, altares das aparições, até o dia de Ramos, com a típica procissão da manhã e com a cerimônia da tarde, repetindo a entrada de Jesus em Jerusalém, vindo de Betfagé, montado num jumento.

Basílica do Santo Sepulcro – Calvário - Domingo de Ramos – Getsêmani – Jerusalém - Monte das Oliveiras – Paixão – Patriarca – Procissão – Ramos - Santo Sepulcro -Semana Santa - Templo

Mateus 21,1-11 - Marcos 11,1-11 - Lucas 19,28-38

1961/ . A Semana Santa em Jerusalém. II. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1961. v.49, n.8, p.200-202.
Narra a experiência pessoal da Semana Santa em Jerusalém, com adoração do Santíssimo, na Basílica do Santo Sepulcro e Hora Santa no Getsêmani, na Quinta-feira Santa; com a leitura da paixão, Via-Sacra e procissão do Cristo Morto na Sexta-feira Santa; com as celebrações costumeiras do Sábado Santo e com a Missa solene do Domingo de Ramos.

Basílica do Santo Sepulcro – Calvário – Ceia – Cenáculo - Cristo Morto - Domingo de Páscoa – Eucaristía – Getsêmani – Jerusalém – Paixão – Páscoa - Quinta-feira Santa - Sábado Santo - Santo Sepulcro - Semana Santa - Via-Sacra –

João 18,1-20-10

1961/ . As descobertas do Deserto da Judéia. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1961. v.49, n.9/10, p.228-230.
Informações sobre a descoberta dos manuscritos de Qumran e sobre o mosteiro dos essênios, … beira do mar Morto, com seu modo característico de viver.

Arqueologia - Deserto da Judéia – Essênios - Manuscritos do mar Morto - Mar Morto – Monaquismo – Qumran

1961/ . O Natal em Belém. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1961. v.49, n.11/12, p.272-276.
Apresenta a cidade do nascimento do Salvador, Belém, e descreve sua agitada história, nos séculos posteriores, cheia de disputas entre cristãos e maometanos e entre greco-ortodoxos e católicos latinos, para concluir narrando sua experiência pessoal em Belém, no Natal de 1960.

Belém - Jesus menino – Natal – Patriarca

Lucas 2,1-15


1962

1962/ . A Páscoa dos Samaritanos. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1962. v.50, n.3/4, p.44-46.
Narra a experiência pessoal de uma celebração de Páscoa, no monte Garizim, com os Samaritanos, do meio-dia ao pôr-de-sol, na véspera do sábado de Páscoa, com a matança dos cordeiros, acompanhada de orações e gritos, dos fiéis, e algazarra dos turistas.

Cordeiro – Garizim – Levitas – Páscoa - Pentateuco samaritano – Samaritanos

Êxodo 12,1-14

1962/ . O monte Carmelo, berço da ordem do Carmo. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1962. v.50, n.7/8, p.110-114.
Descreve o monte Carmelo, geograficamente, depois na história, como montanha sagrada dos fenícios, e dos antigos israelitas, lugar do duelo entre Elias e os profetas de Baal. No século XII, um grupo de monges iniciou, no mesmo monte, sob a proteção de Maria, um movimento que deu origem … ordem do Carmo. Na seqüência histórica veio a aprovação pelo patriarca de Jerusalém, a dispersão pela Europa, e a intervenção do Papa, a fim de que a ordem se dedicasse não só a oração, mas também à cura das almas.

Arqueologia – Carmelitas - Monte Carmelo – Elias – Maria - Monaquismo

1 Reis 18,20-40

1962/ . A festa do profeta Elias no monte Carmelo. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1962. v.50, n.7/8, p.115-117.
Apresenta Elias, o profeta que pela força da oração provoca a seca ou a chuva, fala dos festejos em honra ao santo, diminuídos após a segunda guerra, e narra sua experiência pessoal, participando de uma destas festas populares, no próprio local.

Carmelitas – Elias - Festa de Santo Elias - Monte Carmelo - Oração

1 Reis 18,41-46 – Tiago 5,17-18


1963

1963/ . A Boa Nova de Jesus - o batismo no Jordão. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1963. v.51, n.9/10, p.132-135.
Neste primeiro, de uma série de artigos sobre Marcos, enfoca Mc 1,1-13, expondo a atividade de João Batista, o batismo e as tentações de Jesus.

Batismo – Fé - João Batista – Jordão – Messias – Tentações –

Marcos 1,1-13

1963/ . A Boa Nova de Jesus - 2 - o Reino de Deus. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1963. v.51, n.11/12, p.165-167.
Explicando Mc 1,14-15, diz como ler a vida de Jesus, considerando-nos como que presentes naquelas multidões da Galiléia, depois expõe o primeiro ato público de Jesus, a pregação da Boa Nova, vinda de Deus, e conclui com as exigências do Reino de Deus, conversão e fé.

Filho de Deus – Hermenêutica - João Batista – Messias - Reino de Deus

Marcos 1,14-15

1963/ . God zien is sterven en leven - Het zien van God in het Oude Testament. In: Carmel. Merkelbeek, 1963. v.15, p.42-56.
Explicação do paradoxo bíblico segundo o qual, por um lado era impossível ver a Deus e continuar vivendo, por outro lado a aproximação de Deus era a verdadeira vida. Aproximar-se da santidade de Deus só é possível porque Deus mesmo se aproxima das pessoas; veja tradução francesa 1963; tradução inglesa 1964.

Deus – Espiritualidade - Face de Deus – Fidelidade - Mistério de Deus – Morte - Revelação - Santidade de Deus - Templo de Jerusalém – Vida - Visão de Deus

Êxodo 19,20-21 - Êxodo 33,20 - Êxodo Ex 34,23 - Salmo 16,9-11 - Salmo 43,4 - Lamentações 5,21 - 1 Timóteo 6,16

1963/ . Voir Dieu, c'est mourir et vivre. In: Présence. Fátima, 1963. v.3, p.169-181.
Tradução de "God zien is sterven en leven"; veja 1963.

1964

1964/ . A Boa Nova de Jesus (3) - exórdio do Apostolado de Jesus na Galiléia. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1964. v.52, n.1-2, p.5-9.16.
Explica Mc 1,16-39: chamada dos primeiros apóstolos, cura de um possesso, e da sogra de Pedro, além de outras curas, em Cafarnaum, até Jesus afastar-se da cidade, para outras aldeias da Galiléia.

Apóstolos – Curas – Enfermos - Possessão demoníaca

Marcos 1,16-39

1964/ . A Boa Nova de Jesus - 4 - a cura do leproso (Marcos 1,40-45. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1964. v.52, n.3/4, p.36-40.
Explicando Mc 1,40-45, expõe as leis contra os leprosos e o milagre da cura de um leproso, operada por Jesus, com suas conseqüências.

Curas – Lepra – Milagre - Pureza

Levítico 13 - Marcos 1,40-45

1964/ . Uma rápida visita ao Santo Sepulcro. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1964. v.52, n.3/4, p.53-55.
Impressões pessoais de uma viagem ao passado, através das ruas de Jerusalém, entrando na Basílica do Santo Sepulcro, e visitando a capela do monte Calvário, a pedra onde foi ungido o corpo de Jesus e o Santo Sepulcro.

Basílica do Santo Sepulcro – Calvário – Jerusalém - Santo Sepulcro

1964/ . A Boa Nova de Jesus - 5 - a cura do paralítico (Marcos 2:1-12). In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1964. v.52, n.5/6, p.68-71.
Explica Mc 2,1-12, com detalhes sobre o fato estranho de descer um paralítico através do teto de uma casa, com o perdão dos pecados oferecido por Jesus, a reação desafiante dos escribas e a cura operada por Jesus.

Cura – Escribas – Paralítico - Perdão

Marcos 2,1-12

1964/ . A figura do profeta Elias na Bíblia. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1964. v.52, n.7/8, p.101-106.
Inicia narrando o encontro inesperado de Abdias com o profeta Elias, descreve a idolatria e a corrupção que Elias vai combater, o castigo da seca e o desafio lançado aos profetas de Baal sobre o Carmelo, seguindo com outros aspectos da figura do profeta Elias e o seu fim misterioso, para concluir com a relação entre a ordem do Carmo e Elias.

Acab – Baal – Carmelitas – Elias – Idolatria - Monte Carmelo – Profeta

1 Reis 17,1 - 1 Reis 18,7-39 - 1 Reis 21,1-16 - 2 Reis 1,1-16

1964/ . A Boa Nova de Jesus - 6 - Jesus e os pecadores (Marcos 2,13-17). In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1964. v.52, n.9/10, p.133-137.
Explicando Mc 2,12-17 expõe o conflito entre Jesus e os fariseus, enquanto comia com os pecadores, em casa de Levi, após o chamado deste cobrador de impostos.

Conflito – Escribas – Fariseus - Mateus/Levi – Pecadores – Publicanos

Marcos 2,13-17

1964/ . Belém: a cidade onde Jesus nasceu. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1964. v.52, n.11/12, p.176-178.
No contexto de uma visita pessoal a Belém, expõe a história da cidade nos seus diversos períodos: época dos faraós do Egito, ocupação da Palestina, rei Davi, Jesus; época de São Jerônimo, das cruzadas e atualidade.

Belém – Davi - El Amarna – Jerônimo – Messias – Nascimento – Natal - Vulgata

Mateus 12,6

1964/ . To see God is to die and to live. In: Carmel in the World. Fátima (?), 1964. v.4, p.12-25.
Tradução de "God zien is sterven in leven"; veja 1963.
1964/ . Curso de exegese bíblica - explicação do Evangelho de São João. s.l. mas deve ser de São Paulo, s.d. provavelmente 1964. 68p. + 036p.
Introdução sobre as características de João com relação aos sinóticos e aos problemas relativos ao plano e divisão do quarto Evangelho. Cap.I, o prólogo (Jo 1,1-18), explicação mais detalhada. Cap.II, o milagre de Caná (Jo 2,1-12). Cap.III, a purificação do templo (Jo 2,13-25). Cap.IV, diálogo com Nicodemos (Jo 3,1-21). Cap.V, revelação aos samaritanos (Jo 4,1-42). Cap.VI, cura do paralítico e seu significado (Jo 5,1-47). Cap.VII, acontecimentos por ocasião da festa dos tabernáculos (Jo 7,1-53). Cap.VIII, o lava-pés (Jo 13,1-17); a oração sacerdotal (Jo 17,1-26). Traz no final, índice das passagens bíblicas, dos textos usados na liturgia, dos autores citados, das palavras gregas e hebraicas explicadas, das várias matérias, ou temas, e índice geral.

Caná – Cura – Exegese - Festa dos Tabernáculos - História da interpretação de João - Hora em João – João - João Batista - Lava-pés – Nicodemos - Oração – sacerdotal – Paralítico - Prólogo de João – Samaritana – Sinóticos – Tabernáculos – Templo – Verdade - Verbo

João 1,1-18 - João 2,1-12 - João 2,13-25 - João 3,1-21 - João 4,1-42 - João 5,1-47 - João 7,1-53 - João 13,1-17 - João 17,1-26 - João 20,31

1964/ . Curso de exegese bíblica - explicação do livro dos Atos dos Apóstolos. s.l. deve ser São Paulo, s.d. provavelmente 1964. 100p.
Introdução sobre a importância dos Atos. Cap.I, noções preliminares: autor, ambiente, tempo e motivos da composição do livro. Cap.II, a introdução de Atos sobre a ascensão (At 1,1-11). Cap.III, explicação de At 1,12-26, o Espírito Santo, os doze, Judas, Matias. Cap.IV, a descida do Espírito Santo (At 2,1-41). Cap.V, os sumários de Atos (At 2,42-47; 4,32-35; 5,12-17). Cap.VI, a cura do paralítico e o discurso de Pedro (At 3,1-26). Cap.VII, o primeiro conflito com o sinédrio (At 4,1-31). Cap.VIII, sumário sobre a vida de caridade dos primeiros cristãos (At 4,32-35). Cap.IX, os exemplos de Barnabé‚ e de Ananias e Safira (At 4,36-5,11). Cap.X, sumário sobre a atividade dos Apóstolos (At 5,12-16; 2,43; 4,33). Cap.XI, o segundo conflito com o sinédrio (At 5,17-42). Cap.XII, o terceiro conflito com a autoridade judaica (At 6,1-8,3). Cap.XIII, as atividades do diácono Filipe (At 8,4-40). Cap.XIV, a conversão de Paulo (At 9,1-31; 22,1-21; 26,9-23); Cap.XV, a expansão da igreja até às extremidades da terra (At 9,23-28,31). Cap.XVI, conclusões finais e solução de alguns problemas. Enfim, índice das citações bíblicas, do uso litúrgico dos textos, dos autores, das palavras estranhas, da matéria, e índice geral.

Ananias e Safira – André – Apóstolos – Ascensão - Atos dos Apóstolos – Barnabé – Bartolomeu – Caridade – Cenáculo – Conflitos - Conversão de Paulo - Cristianismo primitivo – Curas – Diáconos – Estevão - Espírito Santo – Exegese – Fé - Filipe, apóstolo - Filipe, diácono – Glossolalia - Igreja primitiva – João - Judas, filho de Tiago - Judas Iscariotes – Kerigma – Lucas – Mateus – Matias – Milagres – Paralítico – Parusia – Paulo – Pedro – Pentecostes – Perseguição – Ressurreição - Simão, o zelotes – Sinédrio – Teófilo - Tiago, filho de Alfeu - Tiago, o maior

Atos 1,1-11 - Atos 1,12-26 - Atos 2,1-41 - Atos 2,42-47 - Atos 3,1-26 - Atos 4,1-31 - Atos 4,32-35 - Atos 4,36-5,11 - Atos 5,12-17 - Atos 5,17-42 - Atos 6,1-8,3 - Atos 8,4-40 - Atos 9,1-31 - Atos 9,23-28,31 - Atos 22,1-21 - Atos 26,9-23 - 1 Coríntios 15,1-58 - Gálatas 1,15-2,10


1965

1965/ . A Boa Nova de Jesus - 7 - debate sobre o jejum (Marcos 2,18-22). In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1965. v.53, n.1/2, p.11-14.
Explicando Mc 2,18-22 começa justificando as diferenças entre as narrativas sinóticas, depois expõe o jejum judaico, juntamente com a crítica a Jesus e a resposta enigmática deste, usando a imagem da festa nupcial, para concluir com as comparações da roupa velha e do vinho novo em odres velhos.

Casamento – Fariseus – Jejum – Judeus – Legalismo – Renovação – Sinóticos

Marcos 2,18-22

1965/ . A Via Sacra em Jerusalém. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1965. v.53, n.3/4, p.34-35.
Conta a experiência pessoal da Sexta-feira Santa de 1961 em Jerusalém, percorrendo as 14 estações da Via-Sacra.

Arqueologia - Basílica do Santo Sepulcro – Calvário – Jerusalém – Paixão - Santo Sepulcro - Sexta-feira Santa - Via-Sacra

João 19

1965/ . A Boa Nova de Jesus - debate sobre o sábado (Marcos 2,23-28). In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1965. v.53, n.3/4, p.40-43.
Explicando Mc 2,23-28, esclarece a proibição de colher espigas no sábado, comenta a resposta de Jesus aos fariseus que acusavam seus discípulos de desobedecerem a esta lei, e diz por que "o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado".

Conflito – Espigas – Fariseus – Legalismo – Sábado

1 Samuel 21,2-7 - Marcos 2,23-28

1965/ . A Boa Nova de Jesus - 9 - a cura do homem de mão seca (Marcos 3,1-6). In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1965. v.53, n.5/6, p.73-76.
Explicando Mc 3,1-6, apresenta a cura do homem da mão seca, operada por Jesus em dia de sábado, e o conseqüente conflito com os fariseus por colocarem a lei acima da pessoa.

Conflito – Cura – Enfermo – Fariseus – Legalismo - Mão seca - Sábado

Marcos 3,1-6

1965/ . A Boa Nova de Jesus - 10 - Jesus e o povo. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1965. v.53, n.7/8, p.105-107.
Explicando Mc 3,7-12, esclarece que as narrativas evangélicas são como uma galeria de quadros, sem muito nexo na ordem da exposição, depois centra-se no povo que vem a Jesus, em massa, geralmente por interesse material, e conclui falando do segredo messiânico.

Crítica redacional - Espíritos impuros – Messias – Povo - Segredo messiânico

Marcos 3,7-12

1965/ . Conheça a sua Bíblia - a Boa Nova de Jesus - 11 - a vocação dos apóstolos (Marcos 3,13-19). In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1965. v.53, n.9/10, p.135-138.

Para explicar Mc 3,13-19, propõe uma mudança de método na série "A Boa Nova de Jesus", a saber, formulando perguntas para que o leitor consulte a Bíblia e responda. Após explicar como se lêem as citações bíblicas, apresenta uma série de perguntas em torno à vocação dos apóstolos.

Apóstolos - Citações da Bíblia – Metodologia – Perguntas - Vocação

Marcos 3,13-19

1965/ . Conheça a sua Bíblia - a Boa Nova de Jesus. In: Mensageiro do Carmelo. São Paulo, 1965. v.53, n.11/12, p.174-176.
Responde ordenadamente às vinte e seis perguntas do artigo precedente, em torno à vocação dos apóstolos, descrita em Mc 3,13-19; veja 1965.

Apóstolos – Perguntas – Respostas – Vocação

Marcos 3,13-19

1965/ . O tema do êxodo na Bíblia. In: Revista de Cultura Bíblica. São Paulo, 1965. v.2, n.4/5, p.1-81.
Estudo temático sobre o êxodo em seu aspecto histórico; primeiro de três artigos prometidos mas não escritos. Este, em quatro capítulos, expõe: l. O ponto de vista da fé, Israel celebrava o êxodo como revelação de Deus e como apelo à sua fidelidade. 2. O ponto de vista puramente histórico, relacionado com a ciência, arqueologia, história. 3. Da história e da fé nasce o tema do êxodo, marcando a origem do povo, como povo de Deus, nação consagrada. 4. Na memória e transmissão contínua era vivido o tema do êxodo, através do culto, das tradições e do ensinamento profético.

Abadah/Serviço – Aliança – Arqueologia - Atas oficiais – Ázimos - Ciência e fé – Culto – Deuteronomista – Egito – Eloísta – Escravidão – Exegese – Êxodo – Fé - Hapiru – Hebreus – Hermenêutica – Hicsos - História da Salvação - Historicidade do Êxodo – Javista – Libertação - Maná - Memória – Merneptah – Milagre – Moisés – Opressão – Páscoa – Pentecostes – Pragas – Primogênitos – Profetas – Racionalismo - Ramsés II – Revelação – Sabedoria – Sacerdotal – Sinai – Tabernáculos - Temas bíblicos - Tradições

Êxodo 1,8-10 - Êxodo 2,1-10 - Êxodo 3,13-15 - Êxodo 13,13-17 - Êxodo 15,1-18 - Êxodo 19,3-8 - Êxodo 34,19-20 - Levítico 23,42-43 - Deuteronômio 6,20-25 - Deuteronômio 26,5-9 - Deuteronômio 31,19-22 - Salmo 104

1965/ . Curso de introdução à leitura da Sagrada Escritura. s.l. deve ser São Paulo, s.d. provavelmente 1965. 19p. + 6p.
Nas noções preliminares diz o porquê de uma introdução geral à Bíblia, no curso teológico. A I parte começa por explicar a Bíblia como palavra de Deus em linguagem humana. O Cap.I, sobre o testemunho de nossa fé a respeito da vida, procura provar a inspiração bíblica no Antigo Testamento, Novo Testamento, Santos Padres e Magistério da Igreja, depois distingue o conceito grego e judaico da palavra. Reflete sobre a ação da palavra de Deus na história da salvação e sobre a Bíblia como palavra de Deus. A II parte falta. A III parte, expõe a palavra de Deus na prática da vida.

Autoria bíblica - Cânon bíblico – Carmelitas – Comunidade – Dabar – Fé - História da Salvação – Igreja – Inspiração - Livros Sagrados – Maniqueísmo - Memória – Muçulmanos - Padres da igreja – Protestantismo – Racionalismo - Regra carmelitana – Revelação - Verdade da Escritura

Lucas 24,27.45 - João 1,1-18 - 2 Timóteo 3,14-17 - 2 Pedro 1,20-21

1965/ . Curso de exegese do Antigo Testamento - as primeiras etapas da História da Salvação. s.l. deve ser São Paulo, 1965. 105p.
Curso para estudantes de teologia sobre o Gênesis, como primeira parte do programa Gênesis-Neemias. O Cap.I, introduz a formação do Pentateuco, as teorias sobre a sua redação, gêneros literários, historicidade, valor religioso. O Cap.II, estuda Abraão, pai da fé, analisando diversos textos concernentes a Gn 12,1-25,l8. O Cap.III, versa sobre os patriarcas Isaac, Jacó e José, também com análise de textos selecionados de Gn 26,1-32-33. O Cap.IV, contém conclusões teológicas sobre história e revelação, e sobre o Deus dos pais. O Cap.V, menciona a inspiração. O Cap.VI, traz a investigação teológica sobre a inspiração.

Abraão – Aliança – Circuncisão – Deus – Deuteronomista – Deuteronômio – Eleição – Eloísta – Exegese – Êxodo - Gêneros literários – Gênesis – Hagar - História da Salvação - História das formas - História das tradições – Inspiração – Isaac – Israel – Jacó – Javé – Javista – José – Lei – Levítico - Livros históricos – Magistério – Moisés – Números – Patriarcas – Pentateuco – Promessa – Rebeca – Revelação – Sacerdotal – Sara – Sodoma – Torah – Tradições – Welhausen

Gênesis 12,1-25-18 - Gênesis 12,1-9 - Gênesis 12,10-20 - Gênesis 13,1-18 - Gênesis 14,1-24 - Gênesis 15,1-21 - Gênesis 16,1-16 - Gênesis 17,1-27 - Gênesis 18,1-15 - Gênesis 18,16-19,29 - Gênesis 20,1-18 - Gênesis 21,1-7 - Gênesis 21,8-21 - Gênesis 22,1-19 - Gênesis 23,1-20 - Gênesis 25,1-18 - Gênesis 25,19-34 - Gênesis 26,1-33 - Gênesis 27,1-46 - Gênesis 28,10-22 - Gênesis 32,23-33

1965/ . Êxodo - segunda parte (Curso de Exegese do Antigo Testamento) - o tempo do êxodo. s.l. deve ser São Paulo, s.d. provavelmente 1965. 46p.
Segunda parte do Curso de Exegese do Antigo Testamento, tratando sobre o êxodo. Cap.VII, como o povo considerava o êxodo. Cap.VIII, o êxodo considerado do ponto de vista puramente histórico. Cap.IX, os valores religiosos mais importantes, implicados no fato do êxodo. Cap.X, o êxodo na nossa vida, repassando o êxodo nos profetas, no Novo Testamento, na vida de Jesus. Cap.XI, comenta os textos mais importantes de Ex 1,1-15,21.

Aarão – Aliança – Arqueologia - Cordeiro pascal - Crítica literária – Culto – Deserto – Egito – Exegese – Êxodo – Faraó – Fé – Hebreus – Hicsos - História da Salvação – Historicidade – Israelitas – Javé – Libertação - Mar Vermelho - Maná – Moisés - Origem de Israel – Páscoa – Povo – Pragas – Profetismo - Ramsés II – Revelação - Tentações no deserto – Tradição

Êxodo 1,1-22 - Êxodo 2,1-25 - Êxodo 3,1-22 - Êxodo 4,1-31 - Êxodo 5,1-6,1 - Êxodo 6,2-7,7 - Êxodo 7,8-13 - Deuteronômio 26,5-9

1965/ . Curso bíblico sobre os Evangelhos. Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Liberdade, São Paulo, s.d. provavelmente 1965. 8p.
Roteiro em 7 lições, cada qual com perguntas e breve explicação sobre a anunciação e encarnação (Lc 1,26-38), os magos e a fuga para o Egito (Mt 2,1-23), João Batista (Mc 1,1-11), as tentações de Jesus (Mt 4,1-11), as Bem-Aventuranças (Mt 5,1-16), comparação da nova lei com a antiga (Mt 5,17-48), as parábolas (Lc 16,1-8; 18,9-14; Mt 13,24-30.

Anunciação - Batismo de Jesus - Bem-Aventuranças – Encarnação – Evangelhos - Evangelhos da infância - Fuga para o Egito - João Batista - Lei antiga e nova - Magos – Metodologia – Parábolas - Perguntas bíblicas - Reino de Deus - Tentações de Jesus - Verdade da Bíblia

Mateus 2,1-23 - Mateus 4,1-11 - Mateus 5,1-16 - Mateus 5,17-48 - Mateus 13,24-30 - Marcos 1,1-11 - Lucas 1,26-38 - Lucas 16,1-8 - Lucas 18,9-14


1966

1966/ . Mistério da criação. s.l., 1966. 22p.
Roteiros de onze aulas sobre Gn 1-3. I, Levantamento de problemas. II, Relação entre as cosmogonias orientais e a Bíblia. III, Evolução da idéia sobre Deus. IV, A criação na vida cotidiana. V, Gn 1 no contexto geral da Bíblia. VI, Comentário a Gn 1,1-13. VII/VIII, Comentário a Gn 1,14-2,4a. IX, Final de Gn 1, introdução a Gn 2-3. X, Gênero e intenção de Gn 2-3. XI, Solução da Bíblia ao problema do mal.

Cosmogonias – Criação - Deus criador - Deus salvador – Gênesis – Javé – Mal - Mistério da criação - Oriente antigo - Paraíso terrestre - Pecado original – Revelação - Tradição sacerdotal – Sofrimento

Gênesis 1 - Gênesis 2-3

1966/ . O mistério da criação e o pecado original - comentário de Gn 1-3. s.l., s.d. 23p.
Em torno à problemática das origens, apresenta as várias teorias, estuda as cosmogonias orientais como fatores humanos, e a Revelação como pedagogia divina.

Cosmogonia – Criação - Enuma Elish – Origens - Pecado original - Pedagogia divina – Revelação

Gênesis 1-3

1966/ . Mistério pascal. s.l. deve ser São Paulo, s.d. provavelmente 1966. 4p. + 5p.
Roteiro de um curso intensivo para catequistas sobre o mistério pascal e o mistério cristão. O primeiro tema expõe o planejamento divino, desde Abraão até Jesus, com citações bíblicas. O segundo assunto gira em torno do conceito de mistério e sua aplicação cristã.

Cristocentrismo - Deus criador – Eucaristia – Êxodo - Mistério cristão - Mistério pascal – Páscoa - Projeto de Deus – Redenção

1966/ . Lectio divina. Santos, 1966. 10p.
Cinco "Lectiones" destinadas à vida religiosa, cada qual contendo de quatro a sete citações bíblicas com um breve comentário. Os temas gerais são: vida religiosa como intensificação do batismo, Deus amor, Maria, conversão, Jesus Cristo.

Amor de Deus – Batismo – Conversão – Cristocentrismo - Lectio Divina – Maria - Religiosos - Vida religiosa

BALEN, Cláudio van (Co-autor)

1966/ . A Palavra de Deus na catequese - (subsídios para catequese). Instituto de Pastoral, Belo Horizonte, s.d. provavelmente 1966. 30p.
Curso sobre a ‘Dei Verbum' e o conceito de Revelação no Vaticano II. Faz a história, problemática e finalidade do documento; distingue os conceitos de Revelação divina; expõe a natureza, característica e economia da Revelação; e tira as conseqüências pastorais.

Catequese - Dei Verbum – Diálogo – Encarnação – Evangelização – Fé – Fidelidade - Gaudium et Spes - História da Salvação – Igreja - Lumen Gentium - Palavra de Deus - Palavras e acontecimentos – Pastoral - Pedagogia divina – Renovação – Revelação - Sacrossantum Concilium – Sinal - Vaticano II

João 1,14 - 1 João 1,2-3

1966/ . O Reino de Deus. s.l., s.d. 10p. + 21p. + 11p. + 13p. + 10p.
Situa o tema na teologia pastoral e na pregação de Jesus; traça a sua história no Antigo Testamento: monarquia, profetas, exílio e judaísmo; e a chegada do Reino de Deus em Jesus.

Demitização – Javé - Jesus histórico – Messias – Monarquia – Profetas - Reino de Deus

Marcos 1,15


1967

1967/ . God bade light shine out of darkness. In: Carmel in the World. Roma, 1967. n.7, p.7-16.
Reflexão sobre a Palavra de Deus e seus vários aspectos na Bíblia: conceitual, significa a realidade; dinâmico, e o poder; e pessoal, depende da pessoa que se revela. Assim Deus fala à humanidade, chama, fala na criação, mas esta, injustiçada pelo homem, grita por mais humanidade; então Deus responde mandando Cristo.

Criação - Cristo Deus – Dabar – Ecologia – Encarnação – Clamor – Igreja – Palavra - Palavra de Deus – Pecado

Salmo 19,1 - Salmo 67,1-2 - 1 João 1,1-2

1967/ . As dimensões da caridade evangélica. 19ª palestra, Curso de Teologia para Leigos, Belo Horizonte, 1967. 10p.
Apresenta a realidade atual, desafiadora e interpelante, depois organiza três respostas da Revelação a estas perguntas: Deus criou a humanidade para o amor, o pecado a atrai sobre si mesma; Deus recoloca a humanidade no caminho do amor, com sua pedagogia de ações e palavras; Deus deixa o Evangelho e a igreja para concretizar o seu amor.

Amor de Deus – Caridade – Evangelho – Igreja – Pecado - Pedagogia divina – Realidade – Revelação

1967/ . A pessoa de Jesus Cristo tal como emerge dos nossos Evangelhos. 27ª palestra, Curso de Teologia para leigos, Belo Horizonte, 1967. 8p.
Traça um perfil de Jesus a partir de citações evangélicas em torno aos seguintes temas: I, Apresentação de Jesus, sua humanidade, aspecto físico, traços psicológicos, caráter. II, O mistério da pessoa de Jesus, mestre, comparado com os rabinos e outros mestres, sua pedagogia, a formação dos apóstolos. III, Vivência do mistério e da missão de Jesus, seu relacionamento com o Pai, sua oração. IV, Jesus, o filho de Deus e o Messias, sua atitude frente ao Antigo Testamento, seu poder manifestado nos milagres, sua vitória sobre a morte.

Apóstolos – Cristologia - Evangelhos - Jesus histórico – Messias – Mestre - Mistério de Cristo - Oração de Jesus - Pedagogia de Jesus - Rabinos

1967/ . Fundamentos bíblicos da evangelização. Simpósio, ASTE, São Paulo, 1967. p.15-25.
Introduz o tema com a problemática atual, e com as tentativas radicais de solução, fundamentalista e demitizadora. A primeira parte analisa o Evangelho como Palavra de Deus, demonstrando a diferença entre o nosso conceito intelectualista e o conceito bíblico de Palavra. A segunda parte trata da modalidade sob a qual a Palavra de Deus, o Evangelho, se apresenta, com a atitude de Deus, de diálogo, encarnação e exigência de fé. Por isso se requer, do pregador, também a mesma atitude.

Apóstolo – ASTE – Dabar - Dei Verbum – Diálogo – Encarnação – Evangelização – Evangelho – Fé – Fidelidade – Igreja – Logos – Palavra - Palavra de Deus – Pastoral – Pregação – Revelação

Atos 6,7 - Atos 12,24 Atos 19,20 - 1 Tessalonicenses 2,13 - Hebreus 1,1-3 - João 1,14

1967/ . Het woord dat gebeurt. In: Carmel. Merkelbeek, 1967. n.19. p. 195-203.
"A palavra que acontece"; tratando sobre o conceito bíblico de palavra, em seu sentido hebraico, dabar; revelação e encarnação (AW).

Palavra – Dabar - Eu-tu – pecado – revelação – criação - sofrimento


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