Metodista será responsável pelo Espaço Exportador do município
A Universidade Metodista de São Paulo, por meio da Central de Agências em Gestão (CAGE) da Faculdade de Administração e Economia (FAE), assinará no dia 11 de maio a Ordem de Serviço da prefeitura de São Bernardo do Campo, que dará início às atividades de Assessoria Técnica especializada, para operar o Espaço Exportador do município.
Responsável pelo projeto, o coordenador da CAGE, professor Douglas Murilo, explica que “se trata de uma iniciativa da prefeitura para apoiar as pequenas e médias empresas locais na sua internacionalização. Assim, elas poderão diversificar seus mercados-alvo, atingir o competitivo mercado internacional, agregar valores para suas receitas e propiciar a abertura direta e indireta de novos empregos com o aumento de suas vendas”.
Segundo o docente, o trabalho da Metodista visará contribuir com a retirada ou minimização dos obstáculos enfrentados pelos potenciais exportadores, além de outros fatores que impedem que as empresas se dediquem a essa atividade.
Para a realização das atividades do Espaço do Exportador, integrado à Sala do Empreendedor - iniciativa da prefeitura para tornar mais fácil e rápido os processos para os empreendedores que investem na cidade - haverá uma equipe composta por um professor especialista em Comércio Exterior e dois estagiários, apoiada pela CAGE, responsáveis também por outras atividades como eventos e cursos de qualificação de agentes exportadores.
Um potencial a ser explorado
Douglas Murilo menciona que São Bernardo já se destaca no cenário nacional como o 9º município exportador brasileiro e que é o 8º no ranking municipal da Corrente de Comércio (soma das exportações e das importações), com base nos dados de 2009. Os principais setores são as indústrias automotiva e química instaladas na região.
“O potencial existente é maior do que exprimem os valores efetivos, já que inúmeras empresas, especialmente entre as pequenas e médias, mas também algumas de grande porte, poderiam incrementar o volume e as receitas de exportação de São Bernardo, mas não o fazem, constrangidas por diversos desestímulos, principalmente burocráticos”.




