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Metodista dá boas-vindas aos calouros

UNIVERSIDADE REALIZA AÇÕES COMO O PROGRAMA DE INCLUSÃO PEDAGÓGICA E A “CAMPANHA NÃO AO TROTE”

“Passei no vestibular!”. Essa é a frase que milhões de adolescentes esperam dizer após três anos de Ensino Médio e é também o primeiro passo para todos aqueles que querem entrar efetivamente em uma universidade. Após tantos estudos e tantas amizades feitas, é hora de ingressar de vez em uma carreira e conhecer pessoas novas, desde colegas até profissionais qualificados.

A rotina da vida universitária inclui aulas mais descontraídas, com debates entre alunos e professores, e algumas aulas práticas, dependendo do curso. Por outro lado, universitários têm trabalhos mais complexos para produzir, uma quantidade maior de textos e livros para ler a cada prova e uma questão que estará sempre presente nas conversas do dia-adia: a procura por um bom estágio e por uma boa colocação no mercado de trabalho.

Diante de tantas mudanças, a Universidade Metodista de São Paulo prepara diversas atividades para inserir os calouros nesse novo universo. Uma delas é o Programa de Inclusão Pedagógica, que existe desde 2006 e consiste em diversas oficinas gratuitas, oferecidas em horários alternativos, como aulas de inglês e introdução à tecnologia digital, entre outras.

De acordo com a pró-reitora de graduação da Metodista, professora Vera Stivaletti, a iniciativa contribui para que os alunos possam aproveitar seus estudos da melhor forma possível, revendo alguns conteúdos básicos do Ensino Médio, além de aprender novos assuntos. “As oficinas são importantes para corrigir algumas falhas de conhecimento que o aluno pode ter e começar a familiarizá- lo aos métodos de ensino da Universidade”, complementou.

Flávio Misturi aproveitou a oportunidade assim que começou a cursar Psicologia no primeiro semestre de 2009. “As aulas de inglês que fiz me ajudaram bastante a conseguir ler textos. Também participei da oficina de Libras e essa foi a que eu mais gostei. Entendi que os surdos não são deficientes, apenas se comunicam de um jeito diferente”, contou. No entanto, o Programa de Inclusão Pedagógica não é aberto só para ingressantes dos cursos de Graduação Presencial e Educação a Distância. A prioridade é dada para os calouros, mas dependendo do número de vagas os veteranos também podem participar. Os interessados podem se inscrever na área de acesso restrito aos alunos, no Portal da Metodista (www.metodista.br).

Para a aluna Tânia de Mello Santos, que está no último semestre do curso de Letras – Português e Inglês na Universidade e, em 2008, participou da Oficina de Leitura, Interpretação e Produção de Textos, o resultado também foi satisfatório. “As aulas me mostraram jeitos melhores de escrever, de uma forma mais didática. Além disso, passei a ter bem mais facilidade para interpretar textos”, contou. Neste semestre, serão oferecidas oficinas de Língua Portuguesa, Inglês, Biologia e Libras (Língua Brasileira de Sinais) para os cursos regulares e, para os cursos de EAD, além dessas quatro, também serão abertas turmas para Introdução à Metodologia Científica.

Outra ação da Universidade Metodista de São Paulo para acolher os estudantes que estão chegando é a Campanha Não ao Trote, lançada este ano pela Instituição. Foram espalhados cartazes informativos e comunicados pelos Campi Rudge Ramos, Planalto e Vergueiro, divulgando o objetivo da Campanha, que é conscientizar a todos, calouros e veteranos, para o fato de que muitos trotes ultrapassam o limite da brincadeira, tornandose abusivos e violentos e alguns podem até ser considerados crimes, previstos no Código Penal Brasileiro. Quando um estudante ofende a integridade corporal ou a saúde de outro, por exemplo, pode ser enquadrado no Artigo 129 do Código, responder por Crime de Lesão Corporal e ser condenado de três meses a um ano de detenção.

“Outra proposta da Campanha é incentivar a prática de trotes solidários para recepcionar os calouros como doação de sangue e arrecadação de alimentos e livros, atividades que já ocorrem na Metodista e que têm contribuído cada vez mais para diminuir as ocorrências de trotes exagerados”, explicou a professora Vera Stivaletti.

A aluna Marcella Pasquarelli, que ingressou no curso de Publicidade em 2007, concorda com a professora e é completamente a favor da iniciativa. O trote solidário, além de ser uma ação cidadã, permite que você converse com pessoas diferentes e crie um círculo de amigos”.

O Regimento Interno da Universidade proíbe trotes abusivos e violentos, mas muitas vezes algumas ações como essas são registradas fora dos muros da Instituição. “Dentro da Metodista, nós não damos oportunidade para os veteranos se aglomerarem em volta dos calouros. Logo nos primeiros dias de aula, os novos estudantes já têm atividades a cumprir. E quanto ao que ocorre fora da Universidade, o que nós pedimos é que todos nos comuniquem sobre qualquer caso de trote abusivo para que possamos tomar as medidas necessárias”, concluiu a pró-reitora de graduação.



Trote Solidário

A Metodista já tem parceria com algumas instituições para as quais faz diversas doações durante os trotes solidários ou mesmo campanhas de arrecadação (confira abaixo). Mas como não existe dia nem hora certa para ajudar, todos podem contribuir sempre que possível.


Comunidade Metodista do Povo de Rua
Roupas, calçados e livros
São Paulo: (11) 3289-2755

O Semeador – AMAS - Associação Metodista de Ação Social)
Qualquer tipo de doação
São Caetano do Sul: (11) 4238-3100

AMAS Jabaquara – Metodista
Roupas de crianças, alimentos e material escolar
São Paulo: (11) 5011-9347

Projeto Meninos e Meninas de Rua
Roupas para adolescentes, alimentos, material escolar e livros
São Bernardo do Campo: (11) 4339-1476

Hospital Brasil
Doação de sangue
Santo André: (11) 4992-1354

Hospital São Bernardo
Doação de sangue
São Bernardo do Campo: (11) 4123-6022
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