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Ética no dia-a-dia

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Que a corrupção anda solta nas instâncias políticas de Brasília e nas esferas municipais e estaduais, todos sabem. Mas nossas ações do dia-a-dia são pautadas pela ética? Segundo John C. Maxwell, autor do livro “Ética é o melhor negócio” (Editora Mundo Cristão), a mesma pessoa que sonega impostos ou rouba material de escritório quer ver honestidade e integridade na empresa cujas ações compra, no político no qual vota e no cliente com o qual negocia.

Não se conformar com a falta de ética de nossos governantes é importante para que os foros privilegiados, as verbas indenizatórias e as relações suspeitas entre governo e lobistas acabem ou pelo menos diminuam. Contudo, voltando ao microcosmo podemos começar a construir um país mais justo com a nossa postura no trabalho, na escola e em casa.


A REPORTAGEM DO JORNAL DA METODISTA ENTREVISTOU ALUNOS E PROFESSORES PARA SABER SE AS PESSOAS SÃO ÉTICAS NO DIA-A-DIA.

  • Sim. Tento me colocar no lugar do outro. Aquilo que não quero para mim não faço para os outros. Procuro dar um bom atendimento e assim espero ser bem atendido em outros lugares que freqüento.

Fábio Duarte, atendente da Biblioteca Central


  • Sim. Eu acredito que essa questão vem do berço, da família e nos diversos papéis que você desenvolve na sociedade de forma evolutiva. Nesses papéis devemos saber se nós, filhos, pais, estudantes, professores, chefes, líderes e liderados sabemos respeitar a posição que estamos. Se você trabalha bem nessas questões, é possível ser ético.

Paulo César Rosa, estudante de doutorado em Comunicação Social


  • Sim, costumo ser ético no campo profissional e na família. Na profissão devemos ser éticos independentemente do setor em que trabalhamos. A ética deve andar lado a lado com o respeito.

Eduardo Pereira Leite, auxiliar de administração


  • Acho que vivo com uma certa ilusão de que sou ético. Em alguns aspectos, como na família e na profissão, pensamos se estamos ferindo algum valor. Eu convivo com a sensação de que sou ético sim, mas pensando eu posso descobrir que estou errado, pois isso cabe a opinião dos outros também.

Fernando Vilar, professor de Telejornalismo


  • Não sou cem por cento ético, mas na medida do possível. Faço matérias e não tomo posição de ninguém. Uso a verdade como conseqüências de fatos. Se acontece algo em seus valores é normal você tentar defendê-los. Mas é importante você tentar ser ético.

Eduardo Heerng, repórter do Rudge Ramos Jornal


  • Tento ser ético em alguns casos. Ouço som em baixo volume para não incomodar o vizinho, mesmo quando ele me incomoda às 4 horas da madrugada.

Sérgio Luis Pereira, agente de segurança

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