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Pelo Gospel Prime: “Silas Malafaia explica acusações: ‘não sou ladrão'”

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, foi alvo de condução coercitiva da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (11) (sic). A operação “Timóteo” investiga um esquema de corrupção envolvendo royalties advindos de exploração mineral.

A PF esteve em sua residência, no Rio de Janeiro, mas ele estava em São Paulo, onde inaugurou uma igreja recentemente. Por isso, anunciou que irá se apresentar para esclarecer a situação. O pastor divulgou um áudio na internet e em breve publicará um vídeo.

Malafaia alega inocência. Seu nome apareceu nas investigações após ter recebido dinheiro advindo do principal escritório de advocacia participante do esquema.

O líder do Vitória em Cristo conta que recebeu em seu escritório a visita de um membro da igreja do pastor Michael Aboud da Igreja Embaixada do Reino de Deus, em Balneário Camboriú, SC. Este homem, não identificado por ele, levou como oferta um cheque de cem mil reais.

O dinheiro foi declarado à Receita Federal, garante Malafaia. Esse cheque agora é usado contra ele pela Justiça.

“Quer dizer agora que tenho que responder se membros de igreja são bandidos? Isso é um show pirotécnico para tentar me desmoralizar na opinião pública. Estão jogando a minha reputação na lama”, reclama ele no áudio.

O pastor reclama que não foi convocado para depor, pois prestaria todas as explicações. “Eu não sou ladrão e não estou envolvido em corrupção. Recebi uma oferta declarada e só”, encerra.

Assista.

Fonte: Gospel Prime 

Pelo Gospel+ : “Em vídeo, Malafaia nega ligação com corrupção e diz que netas choraram com presença de policiais em sua casa”

O pastor Silas Malafaia gravou um vídeo comentando o mandado de condução coercitiva para que ele comparecesse à Superintendência da Polícia Federal e prestasse depoimento sobre as investigações da Operação Timóteo.

“Eu estou indignado […] dessa história de condução coercitiva. Polícia Federal na minha casa, minhas netas chorando… Eu não quero falar sobre isso, não, porque estou aqui em São Paulo. A minha indignação [é] de tentar me envolver com canalha, corrupto, bandido e ladrão”, desabafou.

No vídeo, o pastor dá a entender que a PF chegou até ele por conta de um cheque que foi entregue a ele há três anos, a título de oferta pessoal, e que ele depositou em sua conta conjunta com a pastora Elizete Malafaia, sua esposa. Aparentemente, o dinheiro teria origem no esquema de desvio de royalties das empresas de exploração de minério.

“Deixa eu dizer para vocês: em 2013, eu recebi a visita, no meu escritório, do meu amigo, pastor Michael Aboud, da Igreja Embaixada do Reino, em Balneário Camboriú (SC). Ele levou um membro dele, um tal de Jader, que queria me dar uma oferta pessoal. R$ 100 mil. Depositei na minha conta e declarei. Na conta minha e da minha esposa, conta conjunta que eu tenho com ela. Está declarado”, afirmou.

Sobre a condução coercitiva, Malafaia afirmou considerar desnecessária: “Aí eu pergunto a vocês: é necessário isso? Porque eu não recebi uma intimação para prestar um depoimento? Condução coercitiva como se eu fosse bandido e tivesse envolvido nisso [desvio de royalties]? Se tivessem dois, três, quatro, cinco, dez cheques na minha conta dava pra se desconfiar. Um cheque, que eu recebo de oferta, como recebo de inúmeras pessoas, deposito na minha conta, declaro e pago Imposto de Renda, e agora estou sendo achincalhado na mídia”, disse, aos berros.

Para o pastor, trata-se de retaliação por conta de sua postura a favor de uma mudança na lei de abuso de autoridade: “Eu sei por quê. Porque eu tenho batido forte com a questão de abuso de autoridade. Nós estamos em um Estado policialesco, onde a reputação de um cidadão é jogada na lama. Olha o que a imprensa está dizendo, como se eu tivesse envolvido com esses corruptos. Eu não aceito isso”.

Assista.

Fonte: Gospel+

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