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Evangélicos em mutação: perfil político conservador do segmento revela transformações, conforme levantamento de grupo de pesquisa da UMESP...

Queda no reconhecimento de representatividade de celebridades religiosas e da Bancada Evangélica no Congresso Nacional é o forte destaque do levantamento realizado pelo Grupo de Pesquisa Mídia, Religião e Cultura (MIRE), da Universidade Metodista de São Paulo, com participantes da Marcha para Jesus, realizado na cidade de São Paulo, em 15 de junho passado, feriado de Corpus Christi. Falta de identificação com os principais partidos políticos e reafirmação do apoio a pautas políticas conservadoras também são elementos apontados pela pesquisa. A Marcha é um megaevento de rua, promovido pela igreja do ramo pentecostal Renascer em Cristo, com o apoio...
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La ideologia de genero no existe. Es el tipico caso de una posverdad. Entrevista con Ana María Bidegaín

Ana María Bidegaín, colombosuiza de ancestros uruguayos, hace un repaso de las razones que han propiciado en los últimos años movimientos de fieles religiosos de la iglesia Católica hacia iglesias evangélicas, analiza el avance hacia un estado con pluralidad de confesiones y secularización, y comenta la relación religión-política. Ana María Bidegaín nació en Suiza, tiene ancestros en Uruguay y vivió 20 años en Colombia, país del que obtuvo la ciudadanía. Tiene un doctorado en Ciencias Históricas de la Universidad de Louvain, es profesora de la Universidad de la Florida y lo fue, entre otras, de la de Harvard. Ha...
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Prisão de Cunha e Garotinho mostra a evangélicos que Deus não é ‘full time’

Por Josias de Souza No Rio de Janeiro, os três políticos mais identificados com o eleitorado evangélico são Marcelo Crivella (PRB), bispo licenciado da igreja Universal; Anthony Garotinho (PR), fiel da igreja Presbiteriana; e Eduardo Cunha (PMDB), adepto da igreja Sara Nossa Terra. Crivella acaba de se eleger prefeito do Rio. Garotinho e Cunha estão presos. Essa conjuntura demonstra que Deus existe. Mas não é ‘full time’. Denominações religiosas que se opõem à Universal, igreja de Edir Macedo, tio de Crivella, se articulam para produzir novos candidatos. Avalia-se que Garotinho está condenado à decadência política mesmo que se livre...
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Evangélicos e os 127 anos da República Brasileira

Por Lyndon Araújo Santos, pastor da Igreja Evangélica Congregacional de São Luis-MA, doutor em História, professor do Departamento de História da UFMA Passados mais de um século da Proclamação da República, a sociedade brasileira pergunta se os seus ideais e os seus propósitos foram e têm sido realizados. A saber: A igualdade de todas e todos perante a lei; A isenção de privilégios de classes, grupos e categorias sociais; A livre expressão de ideias sem censuras e medos; O acesso universal à educação, moradia, segurança e saúde; O exercício da cidadania plena (política e social) por parte dos seus...
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Editorial do Jornal O Globo avalia que Crivella venceu por exclusão

Em editorial publicado em 1 de novembro, o jornal O Globo, avalia que o Prefeito eleito do Rio Marcelo Crivella ele venceu por exclusão: “O prefeito eleito deve saber que teve menos votos que a soma dos sufrágios de Freixo, com os anulados e os em branco, e isso significa que ganhou por exclusão”. Confira o texto: Crivella precisa entender as razões da vitória Ponta de lança de antigo projeto evangélico de ter representantes eleitos no Executivo e atuar nas entranhas do poder, estratégia em que se destaca a Igreja Universal, o bispo licenciado Marcelo Crivella, do PRB, é...
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A esquerda e os evangélicos: o que aprender com a vitória de Crivella

Por Roberto Dutra, doutor em sociologia pela Universidade Humboldt de Berlim e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) A vitória de Marcelo Crivella (PRB) sobre Marcelo Freixo (PSOL) representa muito mais do que a derrota da esquerda para um candidato da direita religiosa na segunda maior capital do país. Representa um realinhamento político e eleitoral com potencial de se nacionalizar. Mesmo que seja impossível identificar exatamente quando começou o enfraquecimento da adesão das classes populares ao “lulismo”, 2016 – ano em que o PT foi apeado do poder por meio de um golpe parlamentar –...