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DOCUMENTÁRIO: QUEM VÊ CLOSE NÃO VÊ CORRE

por Renato da Silva Pinto última modificação 26/08/2022 17h15
Produção mostra os desafios e vivências das Drag Queens

Publicado em 26/08/2022 17h15

Última atualização em 26/08/2022 17h15

DOCUMENTÁRIO: QUEM VÊ CLOSE NÃO VÊ CORRE

Dos palcos às telas, o mundo de glamour, brilho e arte das Drag Queens tem cada vez mais reconhecimento, mas não foi de um dia pro outro que nossas rainhas nasceram.

Há indícios de diversas "irmãs drags" em países orientais no século 15, mas a ideia das Queens como temos hoje só teve origem com a "bicha" mais dramatica de todas, William Shakespeare, dramaturgo e poeta inglês, autor de tragédias famosas como “Hamlet”, “Otelo”, “Macbeth” e “Romeu e Julieta”, foi considerado uma das maiores figuras literárias da língua inglesa. E em suas peças trouxe grandes interpretações de grandes divas, como Julieta e Lady Macbeth, feitas pelos maiores bofes do século.

Já no nosso Brasil, acredita-se que a arte drag chegou através do teatro jesuíta, no século 16, com a representação de Maria, anjos e outras figuras bíblicas. Todos esses personagens eram feitos por bofes montados. Ao longo do tempo, grandes Queens fizeram seu nome, como as Mammas Silvetty Montilla, Nany People, Salete Campari, Léo Aquila.

Esta é uma produção dos alunos Beatriz Gomes, Guilherme Vita, Paola Félix, Renato Pinto e Tuany Bittencourt, do sexto semestre de jornalismo presencial da Universidade Metodista de São Paulo.

 

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