Fiscalização das cadeirinhas infantis começa nesta semana
A partir de agora, o uso é obrigatório para crianças de até sete anos e meio
MARCO MESQUITA
Da Redação
Começou nesta segunda-feira (6) a fiscalização da nova lei que obriga os motoristas a transportarem as crianças na cadeirinha de segurança. A lei teve início na última quarta-feira (1º) em todo o Brasil. Segundo o DET (Departamento de Engenharia de Tráfego) de São Bernardo, a fiscalização será feita pela Polícia Militar e Quem for flagrado desrespeitando a lei terá que pagar multa de R$ 191,54 além de levar sete pontos na carteira e apreensão do veículo.
Luciane Sousa Vieira, 33, mãe de Leonardo Augusto Vieira, de dois anos e nove meses, conta que usa a cadeirinha desde quando seu filho nasceu. “Sempre usei a cadeirinha entre os bancos, antes de costas para mim e agora de frente, para que eu consiga prestar atenção nele”, contou Luciane que ainda afirmou que concorda com esta ação de fiscalização. “Com isso, irão diminuir o número de vítimas fatais nos acidentes”.
Luciane também apontou um problema que viu passar na mídia onde uma mãe, que estava sem a cadeirinha, teve o carro apreendido e precisou pegar um táxi para voltar para casa. “Meu filho não pode ir no colo do meu marido no banco de trás, mas pode ir num táxi? E os táxis terão a cadeirinha? Não concordo com esta atitude”, afirmou Luciane.
É preciso ter o modelo certo no carro. Ao todo, três tipos estão disponíveis nas lojas: para bebês de até um ano e no máximo 13 quilos; para crianças de 1 a 4 anos e até 25 quilos; e a terceira linha para meninos e meninas de 4 a 7 anos e meio e de 9 a 36 quilos, que pode ser usada com o apoio das costas e da cabeça ou somente como assento de elevação, também chamado de “booster”. O preço das cadeirinhas pode variar de R$ 75 até R$ 1.000.


