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Villani-Cortês: 63 anos dedicados à música erudita

por aluno última modificação 01/12/2010 15h26
Homenagens acontecem em razão dos 80 anos de vida do compositor

Publicado em 29/11/2010 10h05

Última atualização em 01/12/2010 15h26

Villani-Cortês: 63 anos dedicados à música erudita
Edmundo Villani-Côrtes comemora 80 anos de vida - Foto: Deborah Scarone

CARLOS SIMALHA
DEBORAH SCARONE

Músico, compositor, regente, pianista e arranjador. Na música erudita, essas são algumas das atividades de Edmundo Villani-Côrtes, que, neste ano, está sendo homenageado por seus 80 anos de vida, dos quais 63 foram dedicados à música.


Villani-Côrtes nasceu em Juiz de Fora, em 1930. Adquiriu o gosto pela música erudita ainda quando era criança. A família era musical. Seu pai, flautista. A mãe, pianista. O irmão mais velho tocava violão e, a partir disso, eles tentavam reproduzir músicas da rádio nos instrumentos de corda. Mas o primeiro instrumento do compositor foi um cavaquinho.


Apesar da veia musical familiar, Villani-Côrtes diz que sua formação foi influenciada por grandes mestres da música, como Chopin (1810-1849), Liszt (1811-1886), Mozart (1756-1791) e Puccini (1858-1924).


Com 17 anos, o músico, que adotou São Paulo como segunda casa, tomou a decisão de estudar piano na casa da tia, que também morava em Juiz de Fora. Foi para o Rio de Janeiro e se formou em piano pelo Conservatório Brasileiro de Música. Nesse período, começou a tocar em bares e restaurantes profissionalmente. Lecionou na Academia Paulista de Música e no Instituto de Artes da Unesp.


Em 1960, trabalhou em gravadoras e emissoras de TV, escreveu mais de 600 arranjos para orquestras, inclusive para a orquestra da TV Globo e da extinta TV Tupi, onde foi compositor, regente e arranjador. Fez a trilha sonora do filme “O Matador”, de 1968. Regeu a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, em 1990 e 1991.
 

Ouça como a música erudita é vista no Brasil:

 

 

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