EDUCAÇÃO ESPECIAL E SURDEZ: FORMAÇÃO DOCENTE NO ENSINO SUPERIOR

Bianca Salles Conceição, Lara Ferreira dos Santos

Resumo


Após o advento da inclusão, alunos público alvo da educação especial, começaram a fazer ainda mais parte das salas de aulas brasileiras, mais especificamente sobre o que trata esse artigo, os alunos surdos. Por isso, esse artigo tem como objetivo identificar como estão sendo feitas as formações de professores, que atuarão com essa alunado, assim esta pesquisa tem como objetivo verificar, nos projetos políticos pedagógicos de cursos de Licenciatura em Educação Especial, as disciplinas oferecidas em relação a Libras e o tipo de formação, voltada ao atendimento do alunado surdo, que vem sendo ofertada para os licenciandos. Trata-se de um estudo documental qualitativo baseados nos estudos da surdez e documentos oficiais realizado a partir de programas político pedagógicos de quatro universidades. A análise foi feita a partir de duas categorias: 1) Intenções ao ensinar noções básicas da Libras para o professor de Educação Especial, 2) Os modelos de Atendimento Educacional Especializado propostos para surdos x Educação Bilíngue. A partir dos resultados e análises observou-se que a Libras ainda é vista como um instrumento, e não essencial para o ensino e aprendizagem da criança surda, pela carga horária reduzida, acarretando em um ensino superficial que pode prejudicar a relação entre professor e aluno.

Palavras-chave


Educação Especial; Ensino superior; Libras

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DOI: https://doi.org/10.15601/f@d.v15i1.2391

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