Diálogos possíveis. As ambiguidades da vida em Paul Tillich e Ingmar Bermgan

Frederico Pieper

Resumo


Esse texto explora a relação entre linguagem cinematográfica e filosófica para se pensar a religião. Dessa perspectiva, o artigo propõe um diálogo entre Paul Tillich e o cineasta Ingmar Bergman sobre a constituição de si e o lugar do religioso nesse processo. Ambos concebem a vida como marcada pela ambiguidade, propondo o amor como possibilidade de superação do isolamento de si. Apesar das divergências no que concerne ao lugar da religião nesse processo, Bergman nos permite entrever a dificuldade existencial daquilo que Tillich pensa teoricamente. 


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DOI: http://dx.doi.org/10.15603/1677-2644/correlatio.v16n1p259-289

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