Teoria do Flow e a Autoeficácia: contribuições para o processo de ensino e aprendizagem da matemática

Hermes Renato Hildebrand, Ana Maria Antunes de Campos

Resumo


As dificuldades das pessoas para aprender Matemática, por vezes, é atribuída aos métodos de ensino, ao tipo de currículo, aos fatores intrínsecos aos estudantes e formação dos professores. Vários pesquisadores têm se debruçado sobre o assunto a fim de compreender as características que embasam esse tipo de cognição. Entre as diversas situações abordadas pelos educadores identifica-se aspectos como a afetividade, autoeficácia e a cognição humana, interferindo na aprendizagem de matemática. Neste sentido, este ensaio, busca problematizar sobre o conceito de Flow elaborado por Mihaly Csikszentmihalyi e a Teoria Social Cognitiva de Albert Bandura. Aqui, busca-se verificar como esses conceitos podem facilitar o processo de cognição matemática. Os resultados dessa pesquisa revelam que as atividades e tarefas matemáticas desenvolvidas com base na Metodologia Ativa, transformam-se positivamente quando atingimos o estado mental de Flow e atuamos com autoeficácia possibilitando a imersão, concentração e atenção focada.


Palavras-chave


Aprendizagem Matemática, Metodologia Ativa, Flow, Autoeficácia e Jogos.

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DOI: https://doi.org/10.15603/2176-1043/el.v24n2p431-447

ISSN IMPRESSO: 1415-9902

ISSN ELETRÔNICO: 2176-1043

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