Rede de apoio da criança acolhida: a perspectiva da criança

Monalisa Pereira Furtado, Celina Maria Colino Magalhães, Agnes de Maria Júnior da Silva, Juliana Oliveira dos Santos

Resumo


A primeira formação de rede de apoio tende ocorrer no contexto familiar. Posteriormente, as redes se estendem para a família extensa, amigos, professores. Para as crianças que vivenciam o acolhimento institucional, soma-se a formação de vínculos no interior da instituição. O presente estudo objetivou conhecer a rede de apoio de crianças em acolhimento institucional. Participaram do estudo oito crianças, entre quatro e dez anos. Utilizaram-se questionários para caracterização sociodemográfica e o Mapa dos cinco campos. Principais resultados: 1) A figura da genitora aparece no nível mais alto do mapa para todas as crianças; 2) A família extensa é amplamente representada; 3) Os membros da instituição foram representados de maneira positiva; 4) A maioria das crianças indicou relações negativas com colegas da escola. Conclui-se ser necessário fortalecer a rede de apoio social das crianças, com o intuito de facilitar o processo de reinserção familiar, além de auxiliar no período de acolhimento.


Palavras-chave


criança institucionalizada; interação social; institucionalização

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DOI: https://doi.org/10.15603/2176-1019/mud.v29n1p9-20

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