Da normatização à compreensão: caminhos construídos para a intervenção familiar

Milena Leite Silva, Rodrigo Gabbi Polli, Gênesis Marimar Rodrigues Sobrosa, Dorian Mônica Arpini, Ana Cristina Garcia Dias

Resumo


A família vem sofrendo transformações ao longo dos últimos anos. Devido a mudanças na forma de se organizar, a família não tem mais correspondido ao modelo nuclear burguês, composto por pai, mãe e filhos. A chamada “desestruturação familiar” é frequentemente utilizada para designar problemas nas famílias de grupos populares, decorrentes da pobreza e desamparo social. Tal concepção torna estas famílias foco privilegiado de políticas e intervenções por parte do Estado. Por identificar nestes contextos populares situações de violências e maus tratos voltados para as crianças e adolescentes, o Estado muitas vezesentra na “privacidade” dessas famílias, impondo-lhes leis a respeito do modo “correto” de criação e educação dos filhos sem, no entanto, oferecer o suporte e o auxílio necessário para desempenhar suas funções parentais. Desta forma, neste artigo destaca-se a importância da família como local privilegiado para o desenvolvimento de crianças e adolescentes problematizando as intervenções do Estado neste contexto.


Palavras-chave


família;crianças;adolescentes

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DOI: http://dx.doi.org/10.15603/2176-1019/mud.v20n1-2p13-21

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