INFLUÊNCIA DA DUPLA TAREFA NA ESTEIRA ERGOMÉTRICA SOBRE A DOENÇA DE PARKINSON

Eduarda Stefany Mendonça Pinto, Kelly Cristiane do Socorro Ferreira Barbosa, Maria Paula Martins do Espírito Santo, Lizandra Dias Magno, Rodrigo Santiago Barbosa Rocha, Larissa Salgado de Oliveira Rocha

Resumo


 

Avaliar a influência da esteira ergométrica associado à dupla tarefa sobre a marcha de pacientes com DP. 10 voluntários com DP, idade média de 54.4±6.1 anos, avaliados pela Escala de Índice de Marcha Dinâmica (IMD) e teste de caminhada em linha reta com e sem obstáculos utilizando pedômetro. O tratamento foi realizado na esteira ergométrica associando dupla tarefa, por três vezes na semana e duração de 30 minutos, durante 24 sessões. Pelo IMD foi verificada melhora de 12.7% (p= 0.0051), assim como as variáveis andar ao redor de obstáculos e degraus que evidenciaram ganhos significativos p=0.043; p=0.027, respectivamente.  No que se refere à cadência e tempo de caminhada ao longo de uma linha reta, foram constatados valores significativos no pós- tratamento no teste simples (p=0.0001), bem como no teste de caminhada com utilização de obstáculos com as mesmas variáveis (p<0.0001). O treinamento de marcha em esteira ergométrica associado à DT mostrou-se eficaz na doença de Parkinson, uma vez que houve melhora na velocidade da marcha e do tempo de caminhada, fato que favoreceu a melhora das atividades funcionais com consequente diminuição do fenômeno de congelamento, minimização do risco de quedas.


Palavras-chave


Reabilitação; Fisioterapia; Biomecânica; Marcha

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DOI: https://doi.org/10.15602/1983-9480/cmrs.v17n35p9-18