Uma análise da atividade das bordadeiras, sob regime de facção, e uma proposição de promoção dessa trabalhadora

Jamile Gomes Gama, Ediméia Maria Ribeiro de Mello

Resumo


Este artigo tem por objetivo compreender a importância da realização artística com liberdade de criação da sua produção de modo a resgatar a autoestima do artesão, assim como melhores condições de trabalho, com base na bibliografia que propiciou a análise de parte da literatura especializada, segundo três eixos: (1) ergologia e (2) arteterapia/desenho, (3) e economia solidária. Parte-se do princípio de que as bordadeiras, estão sujeitas a um regime de trabalho espoliativo, sendo impedidas de participarem do processo criativo.  Por fim, essas trabalhadoras confrontam-se com as normas existentes, impostas pelo mercado de moda festa, mas, se reorganizarem mentalmente, criando condições para garantir sua saúde mental. A arteterapia estimula a construção do desenho lúdico com função psíquica capaz de levar ao equilíbrio, contribuindo para o resgate da autoestima das bordadeiras, tornando-as propensas para a autogestão em empreendimento da economia solidária. O artigo resgata depoimentos das bordadeiras, realizado através de pesquisa qualitativa.

 

Palavras Chave: Artesanato; Bordado; Ergologia; Arteterapia; Economia Solidária

Palavras-chave


Artesanato; Bordado; Ergologia; Arteterapia; Economia Solidária

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