Essência ou substância?A dificuldade agostiniana ao falar de Deus

Paulo de Góes

Resumo


Embora na linguagem do dia-a-dia as palavras

 

essência e substância

sejam utilizadas como sinônimas, seu emprego no discurso

filosófico, desde a Antigüidade, comporta diferenças não só etimológicas como de sentido. O presente artigo pretende analisar a dificuldade do emprego dessas palavras, quando aplicadas a Deus, a partir do

 

De Trinitate, de S. Agostinho.

 


Palavras-chave


Agostinho; trindade; essência; substância.

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DOI: https://doi.org/10.15603/2176-3828/caminhando.v10n1p85-101

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