A participação política das crianças pequenas na autoavaliação da qualidade da educação infantil: contribuições desde Paulo Freire

Agleide Vicente, Marta Silva

Resumo


O artigo compartilha a experiência de uma creche da Rede Municipal de São Paulo que vem construindo práticas que viabilizem a participação das crianças pequenas no processo de autoavaliação institucional. Defende, à luz das contribuições de Paulo Freire, as crianças como sujeitos de direitos, dentre eles o direito à palavra e à participação, bem como as instituições de educação infantil como espaços propícios para se viver experiências democráticas. Reconhece que as crianças leem e dizem o mundo de um modo muito singular, o que exigiu da equipe docente da creche descentrar-se da cultura adultocêntrica para que, desde uma perspectiva dialógica, considerasse as vozes das crianças na elaboração de propostas que visam a melhoria da qualidade do atendimento na instituição. Conclui que a participação política das crianças deve ser uma constante na construção da qualidade social da educação infantil.


Palavras-chave


Criança. Participação Política. Autoavaliação Institucional. Creche. Paulo Freire.

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DOI: https://doi.org/10.15603/2176-1043/el.v23n2p181-202

ISSN IMPRESSO: 1415-9902

ISSN ELETRÔNICO: 2176-1043

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