Os Grupos como dispositivo de cuidado na AB para o trabalho com Diabéticos e Hipertensos

Ana Caroline Secco, Patrícia Paraboni, Dorian Mônica Arpini

Resumo


As doenças crônicas como Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus representam um importante problema de Saúde Pública, são de longa duração e comumente exigem acompanhamento multidisciplinar permanente e intervenções contínuas. O presente artigo objetiva refletir acerca da possibilidade dos grupos na atenção básica serem um dispositivo de cuidado para diabéticos e hipertensos, a partir de aspectos encontrados na literatura. O artigo se organiza em dois tópicos, sendo no primeiro tecidas algumas considerações sobre processo saúde-doença e atenção básica: novos desafios, e na sequência, aborda-se as práticas grupais desenvolvidas na atenção básica com pacientes crônicos. O trabalho com grupos ainda é um desafio para algumas equipes de saúde, porém quando as práticas grupais se efetivam através de uma perspectiva relacional e interativa em que os problemas e as soluções são partilhados num ambiente empático, seguro e contentor, essas têm se mostrado estratégias importantes e efetivas de promoção de saúde e autocuidado.

Palavras-chave


Grupos; Atenção Básica; Doenças Crônicas.

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DOI: https://doi.org/10.15603/2176-1019/mud.v25n1p9-15

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