O ser e o fazer na clínica winnicottiana

Tânia Maria José Aiello-Vaisberg, Fabiana Follador e Ambrosio

Resumo


O artigo apresenta o uso de enquadres clínicos diferenciados de acordo com os estilos clínicos ser e fazer. Articula o pensamento winnicottiano sobre o brincar com as idéias de Huizinga sobre mundos temporários para brincar e as contribuições de Séchehaye relativas ao tratamento psicanalítico do sofrimento esquizofrênico.


Palavras-chave


enquadres diferenciados; brincar; mundos temporários; estilo clínico ser e fazer.

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DOI: https://doi.org/10.15603/2176-1019/mud.v13n2p343-363

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