Teoria do Comportamento Planejado Decomposto: Determinantes de Utilização do Serviço Mobile Banking

Deborah Oliveira Santos, Ricardo Teixeira Veiga, Luiz Rodrigo Cunha Moura

Resumo


Este trabalho buscou reconhecer os antecedentes que explicam a intenção dos clientes bancários em adotar o mobile banking e optou-se por testar a Teoria do Comportamento Planejado Decomposto (TAYLOR e TODD, 1995). A operacionalização deste estudo ocorreu em duas fases. Na fase exploratória, realizaram-se entrevistas e sessões de grupo de foco. Na fase descritiva, de natureza quantitativa, buscou-se a validação do modelo a partir de uma amostra de 515 clientes bancários. Nesta etapa, a técnica estatística multivariada de modelagem de equações estruturais foi usada no tratamento dos dados. As relações entre os construtos do modelo encontraram apoio na análise de dados. Os resultados apontaram para a validade do modelo, entretanto, sinalizaram a necessidade de algumas alterações. Verificou-se que variações na atitude e segurança explicam 74% da variação de intenção em utilizar o mobile banking por parte dos respondentes. Percebeu-se que alguns construtos da teoria original não tiveram significante impacto na intenção comportamental e uma nova variável foi incluída no teste do modelo. Por fim, este trabalho também buscou testar a intenção como antecedente do comportamento real, e os construtos controle percebido e intenção atingiram um R2 de 0,28 na explicação da variação no comportamento real.

Palavras-chave


Teoria do Comportamento Planejado Decomposto; Mobile Banking

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DOI: http://dx.doi.org/10.15603/1982-8756/roc.v6n12p78-106

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