Aspásia: o amor como armadura de Atenas

Fabíola Menezes Araújo, Raíssa Ximenes

Resumo


O que Aspásia, hetaira de Péricles, o maior Arcontes de todos os tempos, referida como professora de Sócrates no Menexeno, tem a nos ensinar acerca do nascimento da filosofia e acerca do modo de produção dos diálogos platônicos? Aqui tentamos nos aproximar da solução desta questão tanto a partir das poucas pistas deixadas por esta personagem histórica quanto a partir do Menexemo, diálogo em que Aspásia surge como a pensadora que nomeia a mãe-terra como nutris de todos. Discute-se assim a possível função cívica de Aspásia no advento da chamada Era de Ouro de Péricles, e a pertinência da noção de mãe-terra para unir gregos e estrangeiros em uma época de stasis,  conflito na Magna Grécia.



Palavras-chave


Aspásia, mãe-terra, koinologia

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DOI: https://doi.org/10.15603/2175-7747/pf.v9n2p19-34

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