Experiência Estética e Formação na Infância: conhecimento significativo para além da simples sensibilidade que valoriza o ato criador - DOI: http://dx.doi.org/10.15600/2236-9767/impulso.v25n62p19-26

Keyla Andrea Santiago Oliveira

Resumo


            Este ensaio trata de temática presente nas atuais Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, que anunciam uma visão de criança como sujeito do processo de educação. Nesta visão percebe-se claramente a defesa de práticas para a infância que inaugurem aí enunciados buscam a valorização da ludicidade, da diversidade de manifestações artísticas e culturais, da criatividade e da sensibilidade. Em Adorno (2008) apreendemos um elemento que escapa ao texto acima e que precisa se fazer culturas infantis e articulem dentro do currículo diferentes princípios fundamentais, entre eles, princípios estéticos, que interessam a essa pesquisa. Os princípios estéticos presente nas salas de aula, preenchendo lacunas especialmente criadas a partir de discursos aparentemente belos e harmônicos e experiências de sensibilização que, na ânsia de romperem com a tão anunciada “reprodução em massa”, apenas a reforçam. Este elemento está em um contexto do que se intitulou aqui “para além”: é o fato de que nem a Arte com suas práticas, nem sua teoria estão em condições de realizar a utopia, nem  mesmo negativamente.

 


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DOI: https://doi.org/10.15600/2236-9767/impulso.v25n62p19-26

ISSN Eletrônico: 2236-9767