Bullying e Educação Física: Análise da reprodução de violência entre alunos de 11 a 14 anos.

Guilherme Alves Grubertt

Resumo


Todas as crianças brincam, muitas vezes inventam brincadeiras. Quando algumas brincadeiras passam do limite, transformam-se em violência, o que normalmente ocorrem paulatinamente (CALHAU, 2008). Nas escolas essa violência tem o nome de bullying. No que diz repeito a Educação Física, essa violência que respeita a lei do mais forte é notória nas aulas ministradas nas quadras de esportes. A amostra desse estudo foi composta por 129 estudantes de ambos os sexos, sendo 68 do sexo masculino e 61 do sexo feminino do 6º ao 9º ano da escola municipal de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O objetivo deste estudo foi verificar a prevalência do fenômeno bullying nas aulas de Educação Física. Os resultados mostraram que o número de ocorrência foi pequeno, o que evidencia uma maneira coerente de discussão e intervenção do tema na instituição cooperadora com esta pesquisa. Embora os resultados encontrados sejam animadores, é necessário concentrar as atenções nos valores reduzidos que caracterizam o bullying. Analisando-os com o objetivo de prevenção, de modo que não haja uma transição de agressividade simbólica ao bullying, e deste à tragédia. Pois, os agressores atuais, podem se tornar os maridos que espancam esposas, indivíduos que se envolvem facilmente em brigas e/ou que reagem fortemente quando tem seus interesses contrariados, como em conflitos no trânsito.

Palavras-chave


bullying, educação física, violência e escola

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DOI: https://doi.org/10.15600/2238-1244/sr.v16n42p83-91

ISSN Eletrônico: 2238-1244