Perfil epidemiológico da mortalidade neonatal no Estado de Goiás de 2005 a 2015

Heloisa Silva Guerra, Bruna Abdo Pires, Heloisa Rodrigues Soares da Silva, Larissa Mercadante de Assis, Luisa Sousa Eleutério de Azevedo, Nathalya Chaves Meirelles

Resumo


A mortalidade neonatal é definida como o óbito que ocorre nas quatro primeiras semanas de vida. Esse coeficiente é subdividido em mortalidade neonatal precoce, quando ocorre até o sexto dia de vida, e tardia, quando ocorre a partir do 7° dia de vida. É um importante indicador de situação da população usado para planejar e desenvolver as políticas públicas de saúde. Este é um estudo descritivo epidemiológico, que teve o objetivo de analisar as principais causas que contribuem para os óbitos neonatais considerados evitáveis por adequada atenção ao recém nascido no estado de Goiás no período de 2005 a 2015. Para tal, foram utilizados informações coletadas do banco de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), via Sistema  de  Informação  de Mortalidade (SIM). Os resultados apresentados neste estudo evidenciam que a taxa de mortalidade infantil no estado de Goiás tem diminuído, mas ainda constitui um problema de saúde, necessitando de ampliação do acesso aos serviços de pré-natal e acompanhamento puerperal da gestante.


Palavras-chave


Mortalidade Infantil; Mortalidade Neonatal Precoce; Mortalidade; Qualidade da assistência à saúde; Pré-natal

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DOI: https://doi.org/10.15600/2238-1244/sr.v18n49p3-15

ISSN Eletrônico: 2238-1244